#05 - Trip Diary: Fifth Day

Yo Pessoas!!

E chegamos ao quinto dia de viagem.

E caso queiram ver como foram os dias anteriores, aqui estão:
☆ Como Tudo Começou - Aqui 
☆ Primeiro Dia - Aqui 
☆ Segundo Dia - Aqui 
  ☆ Terceiro Dia - Aqui   
  ☆ Quarto Dia - Aqui   

Let's Go!


☆ The Fifth Day 



14 de maio de 2014

Querido diário,

Hoje foi o melhor dia até agora!
Levantamos cedo como de costume e saímos dos hostel, mas desta vez de “mala e cuia”. Ainda estava escuro. Fomos para o aeroporto que, bem diferente do de Miami, era menor, mas tinha uma arquitetura única. O teto era o que mais me chamava a atenção. Ele era composto por várias treliças que armava-se compondo uma estrutura arredondada.
Enquanto esperávamos o nosso avião, a maioria optou por mexer no computador ou celular. Eu aproveitei para checar minhas redes sociais e tentar falar com minha mãe. Ficamos ali cerca de uma hora no máximo e, enfim embarcamos. Fizemos uma conexão em Minnessota, onde almoçamos.  De lá fomos para Medora, Dakota do Norte. Esse último voo foi em um avião bem pequeno e as vezes tinha umas turbulências bem loucas. Quem tinha medo de avião deve ter ficado traumatizado depois de hoje >..< .
Medora é um lugar bem diferente. Dakota do Norte é um estado bem diferente. Enquanto em Washington vimos inúmeras construções, já mesmo do avião ao chegarmos, ali via-se apenas campos e elevações montanhosas. Dentro do avião estava quente e lá fora o sol já brilhava majestosamente, lançando seus raios dourados sobre os campos verdes e amarelos abaixo de nós. E nós empacotados. Eu estava quase com calor e já estava começando a achar que nossos guias estavam brincando com a gente quando disseram que ali fazia muito frio e por isso deveríamos estar com roupas bem quentes. Me enganei. Quando o avião aterrissou (em um aeroporto quase tão pequeno quanto o de Cacoal, para quem conhece), mal chegamos na porta e eu senti uma forte rajada de vento frio bater sobre mim, fazendo meus cabelos voarem facilmente. Fora do avião, apesar do sol, fazia um frio de 6 °C! Vejam bem, para mim, que nasci e sempre só estive em lugares cujo menor temperatura era na faixa dos 18 -20 °C, aquilo foi absolutamente arrepiante. Literalmente! No começo, foi preciso eu colocar mais uma blusa de frio (a peludinha que ganhamos do governo) e usar luvas. Apesar do frio, eu estava adorando! Um clima absolutamente diferente. Um lugar praticamente deserto, lindos campos e montanhas por toda parte e frio... eu simplesmente prefiro essa calmaria aos agitos das cidades grandes. 
Finalmente pegamos nossas coisas entramos em uma van.
            Do aeroporto fomos conhecer uma universidade de Medora. Tudo era bem diferente do Brasil, pelo menos das que eu já tinha visto. Haviam vários prédios, todos com paredes de pedra e as cores neutras. Os jardins eram bem cuidados e a grama, bem verde e podada. O prédio principal era bem alto e tinha dois andares. O estilo das construções me lembrava muito a do período medieval. Haviam pouquíssimos alunos na universidade. Continuava frio, mas as pessoas dali pareciam estar sem um pingo de frio. Vi uma menina asiática usando shorts e uma regata! Corajosa ela kkkkk.
            Almoçamos na praça de alimentação da universidade, que ficava em um prédio separado. E quando falo almoço, digo um sanduíche, pizza ou algo do tipo. Aqui nos EUA eles não costumam almoçar como nós brasileiros (aqui, no almoço faz-se um lanche e é na janta que comem comidas mais nutritivas). Após o almoço tivemos um tempo livre para descansar. Alguns deitaram-se em sofás e tiraram um cochilo. Eu, no entanto, não estava cansada e meus amigos também não (apesar de uns terem tirado um cochilo depois de um tempo também). Em frente a lanchonete havia uma sala de jogos. Tinha uma mesa de ping pong, uma mesa de sinuca e outros jogos nesse estilo. Acabei indo ensinar a Adriana e a Beatriz a jogar sinuca. Foi hilário, ri muito delas. Mais tarde conhecemos a universidade e tivemos algumas palestras sobre Theodore Roosevelt. Me senti como um dos estudantes dali. Eu adoraria estudar em uma universidade como aquela!
            Da universidade fomos para um museu, o Museu Cowboy. Vi várias coisas legais, assistimos a um filme documentário, comprei umas coisinhas e tirei fotos. Do museu fomos para o hotel.
            Foi uma viagem bem tranquila e no caminho vimos muitos búfalos. Eu estava esperando que fossemos para uma cidade, mas me engara mais uma vez. Nosso “hotel” era na verdade um chalé nas montanhas. E que lugar! Uma grama amarelada, seca e não podada combinava com o caminho de terra amendoada, cheio de pedrinhas. O chalé era de madeira e ficava ao pé de uma montanha em cujo topo via-se uma grande cruz. Haviam algumas árvores por perto também, quase todas de porte pequeno ou médio e algumas estavam secas. Uma vez dentro do chalé (que estava bem quentinho, por sinal), fomos divididos em pequenos grupos para pegar nossos quartos. No meu grupo ficou a Amanda e a Daiane, e nosso quarto era super lindo e confortável. Tudo ali era assim.
            De tarde fomos caminhar e estava ficando cada vez mais frio. Subimos a montanha em que havia uma cruz no topo. Lá em cima a vista era simplesmente perfeita. Mal falávamos. Apenas contemplávamos tudo aquilo. Vimos o pôr do sol às 22h pm. Estávamos sentados aos pés da cruz e naquele momento ninguém disse se quer uma única palavra. Eu, no entanto, assisti aquele incrível espetáculo ao som de Hillsong United no meu fone de ouvido (minha banda de música gospel internacional favorita). A música que tocava naquele exato momento era Oceans Will Part (escutem: aqui - vejam a traduçõa também: aqui). Nunca me senti tão bem em toda a minha vida. A sensação que sentia era de liberdade e uma alegria genuína. O vento tocava meu rosto e era como se eu estivesse voando. Por um momento fechei os olhos e fui tomada por uma paz inexplicável. Fazia 0 °C  mas eu sentia um calor agradável invadir todo o meu corpo. Foi incrível.
            Após o sol se pôr, descemos a montanha. A temperatura estava caindo a cada minuto e a grama começava a congelar. Ao lado do chalé havia espaço para fazermos uma fogueira. Um arco cheio de imagens. O Patrick e o Djair prepararam a lenha. Eu, o Leo, André e Adriana fomo procurar alguns gravetos para colocarmos os marshmallows.
Quando estava tudo pronto, nos sentamos em troncos e comemos nossos marshmallows com chocolate, conversamos e rimos muito. Não ficamos muito tempo ali fora, no entanto. Voltamos pro chalé, jantamos e fomos para nossos quartos. Os aquecedores estavam ligados e estava bem quentinho. Tomei um banho e depois dormir.


☆ Algumas Fotos 

(Aeroporto de Washington DC)


 (Nosso avião para Minessota)


(Chegando em Medora)

 (Em frente ao aeroporto de Medora)



(A universidade)







 (Tentando ensinar a Drica a jogar sinuca)

 (Tentando ensinar a Beatriz a jogar sinuca kkkkkk)


 (Biblioteca da universidade)





(Meseu Cowboy hueheuhe)





















(Filme no cine do museu kkk - geral cochilou kkk)






(O chalé)


(Com nossos anfitriões)





 (#1 - Meu quarto *v*)


(#2 - Meu quarto)




















(Tentando pegar os gavetos para assar os marshmallows)

(A grande fogueira hueheuhe - melhor dia cara!)

video
(No aeroporto de Washington, aguardando nosso voo para Dakota do Norte)



E é isso aí pessoal. Esse foi o quinto dia do  meu intercambio nos EUA.
Espero que tenham gostado.
Amanhã tem mais :3
Beijinhos, Tayná ♥

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2 comentários

  1. Respostas
    1. Oi Clara,

      Para mim também foi! De verdade, acho que foi um dos dias mais legais da minha vida. Dakota do Norte é um estado increível, apesar da pouco se ouvir falar sobre lá.
      Fico feliz que tenha gostado *v* e muito obrigada!

      Beijinhos, Tayná

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